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O que É > PROGRAMAÇÃO |
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ANFITEATRO DO COMPLEXO PEDAGÓGICO DA PENHA
DIA 9
10h – Recepção dos participantes
10h30 – Cerimónia oficial de abertura
11h-12h – Conferência inaugural
Pierre Hébert (Realizador, Canadá) - Animation in the era of digital cinema - twenty proposals for a general poetic of the moving image
15h-17h – Teoria e Teorias do Cinema de Animação
Esther Leslie (Universidade de Londres, Grã-Bretanha) – Time and stillness in Animation: a critical theory for today
Hervé Joubert-Laurencin (Universidade de Paris 7, França) - Le cinéma d’animation n’existe plus
Marina E. Graça (Universidade de Aalborg, Dinamarca) - Problemas que se levantam a quem faz teoria crÃtica do cinema imagem por imagem
DIA 10
11h-12h30 – Identidades (nós e os outros)
Paul Wells (Universidade de Loughborough, Grã-Bretanha) - ‘That’s my beryl!!’: body sense and the making of meaning
Paulo Cambraia (ETIC de Lisboa, Portugal) - História do Cinema de Animação Portuguesa - Entre o Pesadelo e a Suspeita
15h-17h – Painel de encerramento
Debate alargado sobre o cinema de animação e o cinema de animação em Portugal com a presença de diversos realizadores, produtores e profissionais (Abi Feijó, Regina Pessoa, Marina Estela Graça, Francisco Lança, Jorge Neves, Zepe, Vitor Lopes, Tânia Duarte, Manuela Lima, entre outros).
Preço: 40€, com direito a entrada grátis na performance Hébert/Ostertag de dia 10
Desconto de 50% para Estudantes, Sócios CCF, Prof JCE e Prof UAlg
Apoio: ICAM, Embaixada do Canadá, Escola Superior de Educação, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Informações e Inscrições: on-line ou tel/fax 289 827 627
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APOIO





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Pierre Hébert (Realizador, Canadá) - Animation in the era of digital cinema - twenty proposals for a general poetic of the moving image.
Resumo
My presentation will try to examine the current state of animation at a time where the digital technology is in the process of completely changing the overall situation of the moving image, cinema and animation included. I will do so by drawing on my own experience as a filmmaker and a performer and also by setting my concerns about the relationship between art and technology in an historical perspective covering cinema, video and the digital technology (the so-called new media). I will also explain how my views on those subjects are connected with the live animation computer assisted performance that musician Bob Ostertag and I are going to present at the end of the meeting.
Nota biográfica
Canadiano, começou a realizar filmes experimentais de animação que captaram a atenção de Norman McLaren que o convidou a entrar no National Film Board do Canada onde Hébert se manteve por 30 anos, desenvolvendo a sua carreira enquanto realizador mas também enquanto um dos mais importantes e interessantes teorizadores sobre este género cinematográfico. Professor em várias instituições, como a Université Laval no Quebec e a Université de Montréal, contribuiu com as suas reflexões para inúmeras publicações, como La Revue de la Cinémathèque, CinémAction, 24 Images e Cinébulles.
A partir de 1982, Hébert começa a combinar a animação com as artes performativas, desde músicos
(incluindo René Lussier, Robert Lepage e Jean Derome, mais recentemente Carlos Bica ou Bob Ostertag) e coreógrafos (incluindo Ginette Laurin, Rosalind Newman e Louise Bédard). Estas performances inusuais e originais foram desde aà de imenso sucesso, e as tours internacionais sucederam-se desde essa altura. Os filmes que resultaram dessas performances incluem Songs and Dances of the Inanimate World: The Subway, que ganhou o Prémio para melhor curta-metragem do Quebec em 1984, La Lettre d’amour (1988) e La Plante humaine (1996), uma longa-metragem que contém ‘footages’ das suas improvisações ao vivo em tais performances, que receber o Prémio da melhor longa-metragem canadiana atribuÃdo pela Associação do Québec de CrÃticos de Cinema.
Detentor de prestigiantes prémios (tais como o Norman McLaren Heritage Award ou o Melkweg Cinema Award for Reality Research de Amsterdão, ou o AQEC-Olivieri Award atribuÃdo pela Association québécoise des études cinématographiques para Melhor Artigo Teórico em 1993. Autor de ‘L’Ange et l’automat – propos sur le cinéma d’animation et autres sujets, uma das mais basilares obras teóricas sobre cinema de animação.
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Esther Leslie – Time and stillness in animation: a critical theory for today
Resumo
In recent years animation has infiltrated its way into cinema in more or less visible ways. Firstly, it is now viewable in regular movie theatres and not just directed at children. Feature-Iength cartoons such as ‘How’s Moving Castle’ find broad distribution. There is also the phenomenon of the animation-documentary, which combines cartoon, drawing, acting and document a prime example would be ‘American Splendor’. Most importantly though (and most invisibly) animation has found its way into regular 'realist' studio features, as action-films, along with other genres, use computer animation as a normal part of special effects and digital post-production. What is the impact of this new ubiquity of animation? This paper focuses on issues of time and stillness in relation to contemporary animation in its various forms. It observes how film's ontology (film frames animated into movement) is recapitulated in a new visual production field where computers freeze film in order to digitally build it up. In the same historical epoch the stillness of photography is animated (and given temporality) through processes such as ‘Timeslice’ and the ‘Ken Burns effect’. Animation is introduced where stillness was, stillness where movement was. How does this development affect theorisation of animation, and the theorisation of film more generally - a realm which has been traditionally unable to deal with animation in any serious sense, owing to its predominant obsession with identification in a psychoanalytical sense. Could a focus on time and stillness in contemporary animation reveal something critical about images today?
Nota biográfica
Actualmente a trabalhar na Universidade de Londres como Reader in Political Aesthetics, é autora de Walter Benjamin - Overpowering Conformism, Hollywood Flatlands: Animation, Critical Theory and the Avant-garde e Synthetic Worlds: Nature , Art and The Chemical Industry. Contribuiu com ensaios em numerosas publicações, como ‘Drawing the Line: Painting History and History Painting’ em Art, Technology, Technique; Art, Criticism, Theory, ‘Spectacles and Signs’ em Living in a Material World ou ‘Two Worlds of Fortune: Culture and Dying in the Global Zone’ em Economising Culture. São igualmente inúmeros os artigos escritos para publicações periódicas como History Workshop Journal, Radical Philosophy, Crafts, Journal of Design History ou New Formations.
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Hervé Joubert-Laurencin – Le cinéma d’animation n’existe plus (animation cinema doesn’t exist anymore)
Resumo
Le cinéma d'animation n'existe plus ... autrement dit le cinéma de prise de vues directe n'existe plus. Le cinéma fondé sur le pur enregistrement de la réalité n'est plus la mesure éthique du cinéma. La place du spectateur dans la salle de projection n'est plus le seul point de vue d'ou se pensent les films. Le processus numérisé d'enregistrement du réel ne permet plus de maintenir la coupure dessin/photo (traits/lumiere).
Un nouveau c;néma dess;né a, selon toute apparence, gagné la guerre de la figuration. Comment obliger la pensée à se conformer à cette nouvelle réalité ?
Surtout pas en répétant une énieme fin de I'histoire. 11 faudrait plutõt inventer, d'une part une ‘nouvelle grammaire’ (comme celle que réclamait autrefois Serge Daney pour parler de la télévision en évitant de faire semblant de ne pas voir qu'iI ne s'agissait plus de cinéma : iI fut bien peu suivi). 11 faut absolument, d'autre part , repren-dre à zéro;une nouvelle fois, la questionde I'origine (toujours multiple, jamais la même, toujours à construire, jamais donnée), la seule en mesure de créer la communauté des hommes ordinaires du cinéma d'animation, singuliers et ‘quelconques’.1I s'agit d'une nécessité, car I'animation n'existe pas en un autre sens : depuis son commencement, elle n'est qu'une ;dée, seule sa pensée construit sa communauté. Ecrire I'origine ne revient pas à enfermer les oeuvres et les hommes dans le congélateur de la tradition conservatrice ou dans I'incubateur de la techno-science moderniste, mais de les ouvrir à I'espérance.
Je veux suivre cette deuxieme voie à Faro - parlant apres Pierre Hébert, I'un des rares artistes en cinéma conscient de ces réalités - par la comparaison de la théorie générale de I'animation (théorie du ‘clnéma Image par Image’ suivie, jusqu'à aujourd'hui, de son éclatement problématique) et de la théorie implicite d'André Bazin (théorie du cinéma comme ‘réalisme ontologique’). Cela devrait me pennettre de rappeler que la guerre de la figuration n'est qu'une nouvelle abstraction provisoire : elle n'a en effet-aucun sens, puisque le cinéma n'est pas un art de I'image.
Nota biográfica
Actualmente «Maître de conférences» na Universidade de Paris VII, ao longo da sua carreira reflectiu sobre três diferentes áreas de interesse: a obra do realizador Pier Paolo Pasolini, o cinema de animação e a obra crÃtica de André Bazin. Nesse sentido, organizou ou participou em numerosos colóquios sobre estes assuntos, sendo igualmente membro de centros de investigação como Arts Création Société entre 1996-1998, Centre d’Etude de l’Ecriture, dir. Anne-Marie Christin, entre 2000-2002 e Clam-Eclat, dir. Claude Murcia, desde 2003. Autor das seguintes obras : Pier Paolo Pasolini, Écrits sur le cinéma, Pasolini Portrait du poète en cinéaste, La lettre volante - Quatre essais sur le cinéma d’animation, Pier Paolo Pasolini, Écrits sur la peinture, Pier Paolo Pasolini, Écrits sur le cinéma Petits dialogues avec les films (1959-1974), Pier Paolo Pasolini, Contre la télévision et autres essais sur la politique et la société. Participou ainda em várias obras colectivas, como Une encyclopédie du nu au cinéma, Pour un cinéma comparé Influences et répétitions, Les évidences du corps et la vie symbolique, Cinéma : acte et présence. Até à data publicou igualmente cerca de 60 artigos em publicações periódicas como CinémAction, Positif, Vertigo, Les Cahiers du cinéma, Trafic, Caméra-Stylo, la Revue d’Esthétique, Art-Press, le Magazine littéraire, Cinéma 03 ou Poésie.
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Marina Estela Graça - Problemas que se levantam a quem faz teoria crÃtica do cinema imagem por imagem
Resumo
Nesta comunicação pretendo enumerar as dificuldades próprias a quem conduz investigação crÃtica no contexto de um tipo de produção (e de fruição) difÃcil de delimitar dada a multiplicidade de formas, tecnologias e sistemas de significação envolvidos e a ausência de um corpo de teoria crÃtica que o
contemple.
Nota biográfica
Realizadora de cinema de animação (como InterstÃcios, 2001, Prémio para Melhor ilme Português na Competição Internacional do Cinanima de 2001), Marina E. Graça é doutorada em Ciências da Comunicação com uma dissertação sobre ‘Entre o Olhar e o Gesto, Elementos para uma Poética da Imagem Animada’ e mestra em Estudos FÃlmicos com uma dissertação sobre cinema de animação. È neste momento professora, conferencista e investigadora no Departamento de Software e Media da Universidade de Aalborg, na Dinamarca, mantendo embora o seu vÃnculo à Universidade do Algarve, onde dirigiu o Curso de Design da Comunicação. A sua principal área de interesse teórico é a poética do cinema de animação feito manualmente, embora áreas correlacionadas como comunicação fÃlmica, semiótica fÃlmica ou tecnologia fÃlmica também mereçam a sua atenção, pelo que a sua participação, seja em conferências seja com ensaios em obras colectivas ou em publicações periódicas, é já bastante significativa, como é o caso de ‘L’héritage de Norman McLaren’ em Histoire du cinéma d’animation Québécois ou ‘V for Victory de Norman McLaren’ e Len Lye - Tocar Movimento’ em O Olhar de Ulisses - O Som e a Fúria, Catálogo Odisseia das Imagens, Porto 2001.
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Paul Wells – ‘That’s my beryl!!’: body sense and the making of meaning
Resumo
This paper will address how the specific language of animation is deployed to create particular meanings and affects in relation to issues of gender, race and nationhood, with reference to a range of production contexts, aesthetic strategies and historical moments. It will look at the ways in which various 'bodies' - human, animal and imagined, create specific identities, and are played out to appeal to different kinds of implied audience.
Nota biográfica
É actualmente Director of Animation the Animation Academy School of Art & Design na Loughborough University. Autor de D.H.Lawrence and Virginia Woolf : Symbolic Contacts and Connections (PhD) 1983-1986, Liberal Directions :Basil Dearden and Post-War British Film Culture (Flicks Books) [Co-Editor] 1997, Art and Design : Art and Animation (Academy Group) [Editor] March 1997, Understanding Animation (Routledge) 1998, The Family Way : The Cinema of the Boulting Brothers (Flicks Books) [Co-editor] 2000, The Horror Genre, (Wallflower Press), 2000, Animation and America (Edinburgh University Press) 2002, Cinema, Politics and Society : From Reagan to Bush Jnr (MUP) [Co-editor] 2002, Animation : Genre and Authorship (Wallflower Press) 2002, British Animation : An Industry of Innovation (BFI) 2004, Fundamentals of Animation (AVA) 2005. Participante em inúmeros livros ou publicações periódicas sobre cinema. Orientou ou realizou inúmeros programas para Rádio e TV sobre cinema. Consultor da BBC bem como de vários canais radiofónicos, além de variadas Universidades e editoras. Dado o seu profundo conhecimento sobre cinema de animação, foi por várias vezes membro do Júri para os Prémios de Animação Britânica, ou comissário de retrospectivas sobre autores de cinema de animação em Festivais Internacionais de Cinema como o de Zagreb. Membro do Bristish Film Institute, ASIFA. Society for Animation Studies, além de outras associações congeneres.
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Paulo Cambraia (ETIC de Lisboa, Portugal) - História do Cinema de Animação Portuguesa - Entre o Pesadelo e a Suspeita
Resumo
Evolução da Animação Portuguesa desde as origens em 1923 com "O Pesadelo
de António Maria" até ao seu ponto mais alto em 1999 com "A Suspeita".
Apresentação de alguns filmes significativos dessa evolução.
As correntes experimentalistas, culturais, comerciais e seu papel no desenvolvimento das Artes e das Técnicas da Animação Portuguesa.
Nota biográfica
Sócio fundador da produtora de filmes publicitários Megatoon.
Sócio fundador da APC - Associação de Produtores de Cinema.
Professor de História e Estética do Cinema de Animação na ETIC, Lisboa.
Comissário da exposição "80 Anos de Cinema de Animação em Portugal" no CNBDI, Amadora.
Participação como orador em conferências dedicadas ao Cinema de Animação.
Participação em Júris de Festivais de Cinema nacionais.
Como investigador, desde 1999 que vem fazendo um Inventário dos Filmes de Animação Portugueses.
Fez a reconstituição do mais antigo Filme de Animação Português de que há conhecimento, "O Pesadelo de António Maria" (1923).
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