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CD > A Jazzar | |||||||
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ZÉ EDUARDOContrabaixo, Piano, Composição, Arranjos e Direcção de OrquestraEstuda contrabaixo no Conservatório de Lisboa com o professor Armando Crispim onde conclui o 6º ano com a classificação de 18 valores. Em 1979 funda e dirige a Escola de Jazz do Hot Club de Portugal. Em 1983 é nomeado Director Pedagógico do "Taller de Músics de Barcelona", cargo que exerce até 1990. Zé Eduardo é sem dúvida o responsável pelo aparecimento de toda uma nova geração de bons músicos de Jazz tanto em Portugal como em Espanha. Os seus programas pedagógicos revolucionaram o panorama do ensino do Jazz na Península. Em 1978 funda a primeira Big Band de Jazz em Portugal. Uma vez em Barcelona, dirige a "Orquestra Taller de Músics + Tete Montoliu" até ao ano de 1990. Entre 1986 e 1991 protagoniza diversos “workshops” e masterclasses” encomendados pelo ACARTE (Fundação Gulbenkian), com grande impacto no então reduzido meio “jazzístico” português. De um desses “workshops” surge a “Big Band do Hot Clube de Portugal”. Compôs, orquestrou e dirigiu um musical em Salónica (Grécia) em 1989 em colaboração com alguns dos mais prestigiados coreógrafos catalães, num total de 20 músicos e 20 bailarinos de várias nacionalidades. Também escreveu música e participou nos filmes da RTVE “Nit a Salonica” e “Del Piano a la Big Band”, este último com a participação do já desaparecido pianista Tete Montoliu. Em 1990 escreveu e dirigiu a obra “Novíssims”, encomenda da Olípiada Cultural -Barcelona’92- em colaboração com a bailarina e coreógrafa portuguesa Clara Andermat (então residente em Barcelona) com a participação de Steve Lacy, uma “performance” de dança e música improvisada de grande impacto. A partir de 1990 passa a dedicar-se quase exclusivamente à sua faceta de intérprete e compositor, dirigindo os seus grupos "Zé Eduardo Unit" e "Zé Eduardo & Companhia da Música Imaginária" e também tocando e gravando com grandes solistas tais como Art Farmer, Harold Land, Steve Lacy, Kenny Wheeler etc., em inúmeros Festivais e Concertos na Europa e Ásia (Macau). Durante vários anos integrou o Júri que atribui os “Premis Ciutat de Barcelona” na área da música, sendo, até à data, o único estrangeiro a ocupar tal cargo. Em 1994, a convite de “Lisboa Capital Europeia da Cultura” escreveu e dirigiu uma obra para 12 músicos estreada em Novembro desse ano no Teatro São Luís. Como compositor de música “séria”, escreveu, em 1997, para a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a obra "Improvisando nos Verdes Anos", estreada em Lisboa e interpretada na Exponor e no Teatro Gil Vicente, uma homenagem a Carlos Paredes. Também escreve o “Divertimento para Contrabaixo e Orquestra”, obra em que é solista, e foi estreada na Aula Magna, em Lisboa, em Junho de 1998. Também nesse ano é convidado a abrir o Ciclo de Concertos de Jazz Português na Expo 98, estando presente no certame, com o seu grupo “Zé Eduardo UNIT”, nos três primeiros dias deste. Está radicado no Algarve desde 1995, onde, a par das suas actividades profissionais como intérprete e pedagogo um pouco por todo o país, cria a Big Band “Jazz na Filarmónica”. Nesse mesmo ano de 1995, por encomenda do Cineclube de Faro, cria uma partitura original para o filme de Charles Chaplin "The Kid", que executa ao vivo, dirigindo um septeto, no Auditório de Gambelas da Universidade do Algarve. Em 1999 e 2001, de novo por solicitação do Cineclube local, cria e executa em trio versões jazz de Canções de Filmes Portugueses na capital do Algarve. De 1996 a 1999 cria e dirige o departamento de Jazz da Escola Profissional de Música de Almada (EPMA). Também, durante esse período, protagoniza vários “workshops” a convite do município de Almada. Assume, igualmente em 1996, a direcção artística dos festivais internacionais de Jazz de Faro e Loulé. Em 1999 é convidado pelo Ministério da Cultura, através do I.P.A.E., para fazer parte do júri que atribuiu os subsídios na área da música para o ano 2000. Foi convidado recentemente para representar em Portugal a prestigiada IAJE (International Association of Jazz Educators), uma organização mundial que abarca, neste momento, 35 países e perto de 8000 associados. Como presidente da Associação “Grémio das Músicas” apresenta o ambicioso programa “Algarve em Jazz 2001-2002”, uma sucessão de Concertos e Workshops por toda a região, agraciado com um subsídio atribuído pelo I.P.A.E., o primeiro com esta dimensão jamais atribuído a uma organização cultural deste tipo sediada no Algarve. Em Maio 2001 foi convidado pelo prestigiado realizador espanhol Fernando Trueba para a direcção musical da banda sonora, filmada “live”, do seu último filme “El Embrujo de Shangai”. Em Novembro de 2001 e integrado nas actividades do “Porto 2001”, Capital Europeia da Cultura, dirigiu a Orquestra que interpretou - pela primeira vez- 10 obras inéditas encomendadas pela Cidade Invicta a 10 prestigiados compositores nacionais. Em Outubro de 2002 grava o cd-audio “A Jazzar no Cinema Português”. |
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Jesus SantrandeuSax tenorRepresentante español no Concerto da Unión Europea de Radiodifusión en 1987. Prémio para melhor grupo no Festival de Jazz de Ibiza em 1992 com Saxomania. Obteve o 2º prémio de composição de Jazz SGAE pelo seu Estudio nº 2 em 1996 e menção pela sua composiçãi Estudio nº 1 em 1995. Sadao Watanabe Award outorgado pela Berklee College of Music em 1998. Em 1999 participou no Encontro organizado pela Associação Internacional de Educadores de Jazz (IAJE) realizado em New Orleans. Foi membro activo da Berklee Concert Jazz Orchestra dirigida por Greg Hopkins. Mestres destacados: Jerry Bergonzi, George Garzone, Frank Tiberi, Hal Crook, Dave Santoro e Bill Pierce. Licenciado com Magna Cum Laude pela Berklee College of Music (Boston-MA.) na especialidade de Performance. |
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Bruno PedrosobateriaEm 1987 começa a estudar bateria. Depois de receber algumas directrizes de músicos estabelecidos no panorama nacional, frequenta a Academia dos Amadores de Música e a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Em 1988 inicia-se profissionalmente como free-lancer na música ligeira acompanhando Nucha e Herois do Mar e mais tarde com Mler if Dada onde tocou cerca de 2 anos, gravando um disco. Em 1989 inicia o seu envolvimento com o Jazz com Pedro Mestre acompanhando Maria Viana. Fez parte da banda de Nanã Sousa Dias e mais tarde integrou o Sexteto de Tomás Pimentel. Grava também com Carlos Mendes. Em 1990 estuda com o baterista Allan Dawson. Neste ano cumpre o servico militar como músico, tocando na O.L.E. (Orquestra Ligeira do Exército). Em 1991 integra a banda de Dulce Pontes, gravando os CDs “Lusitana” e “Ao vivo no Coliseu do Porto”. Faz ainda parte dos grupos Plopoplot Pot (de Nuno Rebelo) e Idéfix (de Sérgio Pelágio), gravando discos com ambos. Inicia com o guitarrista Pedro Madaleno uma relação musical que perdura até hoje. Em 1992 acompanha os Resistência, Jorge Palma, Lena D’água e Paulo Gonzo, gravando discos no âmbito da música popular com Jorge Fernando e o guitarrista Mário Pacheco e da ligeira com Ruy Siqueira. Em 1993 passa a intergrar a orquestra “Som do Mundo” de Laurent Filipe, com quem grava um CD. Toca com Carlos Martins em concertos dentro e fora de território nacional. Acompanha também a Orquestra da Felicidade do Brilho e da Glória. Em 1994 grava com cantoras tão díspares como Maria João, Isabel Campelo e Anabela, gravando ainda um CD com a banda Ritual Tejo. Toca e grava com “O Lugar da Desordem”, banda do saxofonista Paulo Curado. Toca, também, na banda do contrabaixista Carlos Barretto. Em 1995 é inserido no corpo docente da Escola de Jazz do H.C.P. Participa no Colectivo Português de Percussão que sob a direcção de Max Roach actuou integrado no festival de Jazz da Fundação Calouste Gulbenkien. Deste então dedica-se exclusivamente ao Jazz, acompanhando artistas como os Irmãos Moreira, Carlo Morena, Ana Paula Oliveira, Carlos Azevedo, Pedro Guedes, André Fernandes e Zé Eduardo. Neste contexto gravou CD’s com Fátima Serro, “Os Rapazes do Jazz”(de Mário Santos), Maria Anadon e o projecto “Conferência dos Sons” (de Paulo Gomes). Como free lancer de Jazz, acompanha regularmente em Portugal músicos estrangeiros como Rich Perry, Phil Markowitz, Ricky Ford, Chris Kase, Stephano d’Anna, Eli Degibri, Peter Epstein, Bob Sands, François Theberge, Rolf Delfus, Avishai Cohen, Rick Margitza, Victor de Diego, Ron Jackson, Bart Deffort, John Ellis, Dave O’Higgins e Jesus Santandreu, Albert Sans, Albert Bover, Perico Sambeat, Chris Higgins e Richard Galliano. Em 1999, numa “reciclagem musical” permanece quatro meses em Nova Iorque estudando na “Drummers Collective” e, a título particular com com os bateristas Jordi Rossi, Jim Chapin, Carl Allen, Kenny Washington, Leon Parker, Steve Berrios, Ralph Peterson Jr., Adam Nussbaum e Billy Hart. |
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